quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

33: La bibliothèque des cœurs cabossés - Katarina Bivald

 
Titulo: La bibliothèque des cœurs cabossés
Titulo original: Läsarna i broken wheel rekommenderar
Autor/a: Katarina Bivald
Editora: Denöel
Páginas: 482
Género: Contemporâneo

Sinopse: Tout commence par les lettres que s'envoient deux femmes très différentes : Sara Lindqvist, vingt-huit ans, petit rat de bibliothèque mal dans sa peau, vivant à Haninge en Suède, et Amy Harris, soixante-cinq ans, vieille dame cultivée et solitaire, de Broken Wheel, dans l'Iowa. Après deux ans d'échanges et de conseils à la fois sur la littérature et sur la vie, Sara décide de rendre visite à Amy. Mais, quand elle arrive là-bas, elle apprend avec stupeur qu'Amy est morte. Elle se retrouve seule et perdue dans cette étrange petite ville américaine. Pour la première fois de sa vie, Sara se fait de vrais amis - et pas uniquement les personnages de ses romans préférés -, qui l'aident à monter une librairie avec tous les livres qu'Amy affectionnait tant. Ce sera pour Sara, et pour les habitants attachants et loufoques de Broken Wheel, une véritable renaissance. Et lorsque son visa de trois mois expire, ses nouveaux amis ont une idée géniale et complètement folle pour la faire rester à Broken Wheel.
Opinião: Este é o primeiro livro da autora e nota-se. É um livro com alguns defeitos: alguma “palha” sobretudo quando se perde a citar livros e autores, intriga completamente previsivel, bastantes clichés, e personagens que se tornaram autênticas caricaturas, mas eu adorei. O que me chamou a atenção neste livro foi a capa e a sinopse acabou por convencer-me quando vi que a protagonista é uma devoradora de livros que os adora e venera. A escrita é simples e narrada. Esta é a historia de Sara, sueca, 28 anos, a vida social é uma desgraça, trabalhava numa livraria, mas começa o livro no desemprego, é uma personagem “perdida”, um pouco desleixada e autoconfiança próxima de zero, a única alegria a leitura e a correspondência que iniciou com uma perfeita desconhecida sobre literatura a Amy, uma americana. Sem grande coisa para fazer e porque sente a necessidade de fazer algo, aceita o convite de Amy para ir aos EUA e à sua pequena vila. O livro começa com Sara à espera de Amy que não aparece, é ajudada por desconhecidos que a levam à vila Broken Wheel, um canto perdido, uma vila em falência e a caminhar para se tornar fantasma, mas pior, descobre o motivo do atraso de Amy. Esta morta, e chegou no dia do enterro. E é aqui que a intriga começa a ter piada, os habitantes decidem adopta-la, fazer de tudo para que fica. Sara é uma novidade a única turista em anos, decidem fazer de tudo para que se sinta bem, até arranjar-lhe um homem, é que algumas das habitantes, acham que é o que ela esta a precisar, se não nunca teria escolhido ir visita-los. Mas algo que começa como inocente acaba por transformar-se em algo sério. Sara sente que já conhece os habitantes graças às cartas de Amy, faz amizades,  para agradecer o apoio e homenagear a amiga , decide abrir uma livraria com os livros dela e descobrir um livro para cada habitante. Começam todos a ajudar, até porque a vila vizinha e rival não acha piada, algo que aumenta a estima dos habitantes. Existem neste livro cenas hilariantes. Questão romance: vão lhe apresentar o Tom, giro, um pouco frio, porque não acha piada que tenham decidido sacrifica-lo pelo bem da vila. Ele esta frustrado, ela envergonhada, mas entre os dois vai passar a corrente, e descobrir que as diferenças os complementam. A Amy apesar de morta esta presente na intriga em comentários, mas também porque entre os capítulos a autora colocou as cartas dela para a Sara. Alguns dos personagens:
Sara: uma sueca amante de livros perdida no fim do mundo da América, mas vai ser lá que se vai sentir em casa e que encontra amigos e o amor
Tom: um dos “jovens” da vila. Sacrificado pelos habitantes para conquistar a Sara, não acha piada nenhuma. Amigo de Amy, nunca partiu da vila pelo pai, mas agora que nada o prende esta disposto a partir. Não sabe o que Sara encontra num livro, mas acha piada vê-la pedida numa leitura
Caroline: a presidente da câmara não oficial. É ela o pilar da moralidade, gere tudo desde problemas da vila a familiares dos habitantes. Fria, conservadora, solitária. Vai ter o choque da vida quando se repara com a estante para livros gay, e descobre que é atraente para o Josh um novo empregado do bar que é uns anitos mais novo.
George: alcoólico, esta sem beber à 1 mês, não suportou o abandono da esposa que levou a filha com ela. Vai servir de motorista à sara, e descobre que é fã de chic-lit
Andy e Carl, donos do bar local são um casal assumido, mas os restantes habitantes estão em negação. O Andy ajuda a Caroline no jornal
Jen: mãe de casa frustrada, é dona, editora, fotografa,jornalista do único jornal da vila, e na maioria das vezes também entrevista ( não tem complexos em responder às próprias perguntas se mais ninguém o fazer).
Grace: de verdadeiro nome Madeleine dona do café/restaurante. É uma inconformada, esta revoltada por a mãe ter quebrado a tradição familiar: casou, não foi mãe solteira, era simpática, e mudou o nome que era uma tradição. Adora uísque e a espingarda. Frontal, bruta, com a Carolina é a guerra
Gertrudes e Annie May, as velhotas de serviço. A primeira deve ter sido um general numa vida anterior, a outra adora romances de preferência harlequins. Tem ambas um aspecto simpático que usam e abusam de forma a obterem aquilo que querem são terríveis.
John: personagem discreta, quase silenciosa, foi o amor proibido da Amy, ela era branca, ele de cor. Uma pena a autora não ter aproveitado mais este personagem.
Uma cena hilariante deste livro. A vila esta em “guerra” com outra a Hope que se considera superior. Quando descobrem sobre a livraria muitos decidem gozar. O plano dos habitantes para que sejam os outros a sentirem-se inferiores: dar um livro a todos os habitantes, sempre que alguém de Hope chegar todo o mundo começa a ler, incluindo os clientes do bar que mal abrem os olhos, e uma estante com recomendações dos habitantes todos autores premiados e grandes clássicos. Mas fica tudo estragado quando a Annie May entra e pede Harlequins.
Nota: 4 /5

"Os livros ou as pessoas, perguntas-tu. Difícil escolha, devo dizer. Eu não sei se as pessoas são muito mais do que os livros - em todo o caso, eles não são mais amigáveis, ou mais engraçados, nem fonte de mais consolação… no entanto, por mais voltas que dê à pergunta, no fim, vejo-me mesmo assim obrigado a escolher as pessoas. Mesmo se a minha vida estivesse em jogo, não posso explicar porquê teria o mau gosto de preferir as pessoas. Quando se considera os valores brutos, os livros ganham sem contestação possível - de toda a minha vida, talvez eu tenha gostado de uma meia dúzia de pessoas em comparação com as dezenas ou centenas de livros (e aqui, não conto os livros que eu realmente amei, aqueles cuja simples visualização nos alegra, que nos faz sempre sorrir apesar dos desgostos, aqueles que voltam sempre como um velho amigo e do qual nos lembramos quando o « encontramos » pela primeira vez)). Mas essa meia dúzia de pessoas que amamos... na realidade, valem todos esses livros.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Selo Liebster award

 
Recebi este selo da Sara do blogue encantodashistorias.  Esta TAG consiste em 6 passos:

1. Escrever 11 factos sobre ti próprio.
2. Responder às perguntas que te colocaram.
3. Nomear 11 blogs com menos de 200 seguidores.
4. Fazer 11 perguntas a esses blogs nomeados.
5. Colocar a foto da Tag Liebster Award no post.
6. Enviar o link do post a quem te nomeou.

As perguntas da Sara:

1. Como surgiu o teu blog? Qual a ideia que o gerou?

A finalidade deste blogue é ter um registo das minhas leituras, de forma a não esquecer aquilo que li

2. Diz um post que adoraste ter feito e porquê.

Gosto bastante dos post de fotografia

3. Há quanto tempo existe o blog?

Primeiro post : 7 de maio de 2012

4. Tens algum objectivo para 2015?

Continuar a manter activo o blogue

5. Qual foi o último concerto que assististe?

Nem me lembro

6. Fala de um filme que te tocou bastante e porquê.

O campião, foi o primeiro filme que eu me lembre, em que chorei como uma madalena

7. Qual o livro que mais gostaste de ler até agora?

Pergunta dificil, não consigo responder

8. Se pudesses entrevistar alguém (para o blog ou relacionado com ele), quem seria?

Infelizmente jà não posso fazer. Tive a honra de viver com a minha bisavo durante 18 anos. A vida dela foi tudo menos um mar de rosas, filha de mãe solteira, vitima de preconceito por esse facto, saiu de casa aos 9 para trabalhar. Sobriveu a 2 filhos, o ultimo nunca o ultrapassou. Nunca foi à escola, o seu maior desgosto, e isso notava-se quando nos via a fazer deveres, pela forma como tocava nos livros e cadernos, como os tratava com respeito, pelo olhar triste, como acariciava os livros quando pensava que mais niguém estava a olhar. Adorava inventar historias. Uma grande mulher.

9. Se pudesses conviver com um famoso (vivo ou morto) por um dia, quem seria e porquê?

Adorava conversar com o papa Francisco, gosto da sua forma de ser

10. Um sítio onde gostavas de viver (pode ser um sítio onde já viveste)

Adorava volta a casa

11. Qual é o teu maior sonho?

Em termos de livros, ler tudo o que tenho em espera
 
As perguntas:
1- quando terminares de ler esta pergunta, escreve a primeira coisa que te vem à cabeça.

2- Mais dança na chuva, ou apenas no chuveiro?

3- imagina-te, estas à séculos para comprares "aquele" livro que mais queres, só sobram 2, o primeiro já foi... e o segundo esta à mesma distancia de ti e de outra leitora fanática, o que farias?

4- és capaz de ficares horas à espera de um autografo da tua autora preferida?

5- na continuação da pergunta anterior, é a tua vez finalmente, e a autora decide terminar a sessão, o que é que fazes?

6- tens algum problema em leres em publico um livro com uma capa altamente tórrida, com um moçoilo meio despido (exemplo)?

7- se pudesses mudar o titulo de um livro qual seria, e qual o titulo?

8- já te apeteceu insultar um autor?

9- de que coisas já abdicas-te só para comprares um livro?

10- terminas-te de leres o livro mais desejado dos últimos tempos por ti, o final é horrível, qual a tua reação?

11- Que pergunta nunca te fizeram que gostarias que tivessem feito?

Tenho que indicar 11 blogues, como não faço ideia a maioria ja recebeu, quem quiser pode servir-se

32: A filha do barão - Célia Correia Loureiro

 
Titulo: A filha do barão
Titulo original: A filha do barão
Autor/a: Célia Correia Loureiro
Editora: Marcador
Páginas: 574
Género: Historico
Site autor/a: -Correia-Loureiro

Sinopse: Quando D. João tece a união da sua única filha, Mariana de Albuquerque, com o seu melhor amigo - um inglês que investiga o potencial comercial do vinho do Porto -, não prevê a espiral de desenganos e provações que causará a todos. Mariana tem catorze anos e Daniel Turner vive atormentado pela sua responsabilidade para com a amante. Como se não bastasse, o exército francês está ao virar da esquina, pronto a tomar o Porto e, a partir daí, todo o país. No seu retiro nos socalcos do Douro, Mariana recomeça uma vida de alegrias e liberdade até que um soldado francês, um jovem arrastado para um conflito que desdenha, lhe bate à porta em busca de asilo. Daniel está longe, a combater os franceses, e Gustave está logo ali, com os seus ideais de igualdade e o seu afecto incorruptível, disposto a mostrar-lhe que a vida é mais do que um leque de obrigações
Opinião: Este livro foi uma grande surpresa, já tinha lido criticas excelentes, esta leitura confirmou tudo. É um orgulho ter uma portuguesa a escrever assim. A escrita é simples, o texto é narrado, com pouco diálogos sobretudo na parte inicial, o que não é do meu agrado normalmente, mas neste até nem incomodou bastante. A autora conseguiu criar personagens com carisma e dinâmicos, imperfeitos o que os tornou bastante reais. Esta é a historia de Mariana filha de um barão cuja mão é dada por este a um inglês, Daniel, um comerciante rico que sonha em produzir vinho do Porto. Entre eles as diferenças são bastantes, a idade, a cultura, a forma de estar, o único que os une, o amor e respeito ao pai dela que se encontra doente e que quer este casamento para deixar a filha “arrumada”, e pouca vontade em casarem um com o outro. Ela esconde debaixo de um comportamento correcto, uma rebelde, um comportamento por vezes infantil e bastante inocente em relação a tudo que esteja relacionado com uma relação entre 2 pessoas. A relação com a mãe é péssima, detestam-se cordialmente. Gostei como a personagem cresceu e evoluiu. O facto dela ter inicialmente 14 anos incomodou um pouco, é certo que ele vai esperar, mas a um dado momento acontece tudo um pouco rápido de mais. Ele sente-se culpado por adiar o casamento, e desiludir o amigo, mas também porque tinha uma relação com outra. É rico, adora ser um negociante, educado, frontal. Primeiro estranhou os costumes portugueses, depois acaba por achar piada e adoptar alguns. O interesse por Mariana vai ser um choque que o vai levar a lutar contra o que sente. Um pouco ciumento, e estúpido, como é que alguém pede aquilo? Como pano de fundo temos a invasão napoleónica, com bastantes detalhes, nota-se o trabalho de investigação, e que vai ter consequências para este casal. As escolhas que ambos fazem nem sempre é a melhor, ainda estou em choque com o que ele lhe pediu, e pela forma que ela “cobrou”, ficaram quites. Este livro não é feito apenas com Mariana e Daniel existem mais personagens que tornam a intriga mais interessante:
João, o pai dela um barão, que se encontra a morrer e que utiliza a riqueza para deixar a mulher e a filha em boas mãos, e que esconde um segredo relacionado com as raízes de Mariana
Sofia: a mulher de João, mulher fria, snob, detesta a filha que culpa por terem que ir morar no norte deixando João sozinho em Lisboa, e por esta ser a luz dos olhos do marido. Esta personagem esconde uma grande solidão. Vai tentar fazer a vida de Mariana miserável, a evolução desta personagem foi a que mais me surpreendeu, acabei por gostar bastante
Elizabeth: irmã dele, é considerada uma solteirona, adora o irmão, mas não lhe vai perdoar que a obrigue a casar com um empregado, o Joaquim, quando o homem que ama é outro. A convivência com o marido vai acabar por abrir-lhe os olhos e que descubra quem é o mais cavalheiro dos dois, o mais fiável e aquele que a ama
Ada: mãe de Daniel, não sabe o que pensar de tudo
Isabel: viúva e amante de Daniel, gosta dele, ela no fundo salvou-a e agarra-se a isso. Bastante vingativa, se não não teria feito aquela escolha. A relação dela com Mariana vai ser um carrossel
Gustave: um soldado francês que deserta e se refugia na quinta num momento em que Mariana esta vulnerável e a odiar o marido
José: um criado da mesma idade de Mariana, ele gosta dela, mas entre os dois vai nascer uma grande amizade
O final é frustrante, mas acabei de descobrir que a autora fez uma continuação com a filha deles :), o livro chama-se Uma mulher respeitavel

Jamais alguém lhe falara assim. Chegara a cultivar a ilusão de que era algo de belo e sagrado; algo que seria, para sempre, estimado. Voltou-se sobre o ombro para a rua de onde viera. A fome incomodara-a nas primeiras horas, espicaçara-a nos primeiros dias. Volvida uma semana, contudo, era algo que a moldava. Ela já não era Evelyn St. Clair, a menina privilegiada da Casa da Pereirinha que falava Português, Inglês e um pouco de Francês. Ela era uma escultura de ossos, uma catedral de fome, um monumento à sobrevivência.»
 

Nota: 4 /5

31: Perdoa-me - Lesley Pearse

 
Titulo: Perdoa-me
Titulo original: Forgive me
Autor/a: Lesley Pearse
Editora: ASA
Páginas: 485
Género: Contemporâneo

Sinopse: vida pode mudar num segundo. O instante em que encontrou a mãe sem vida nunca se extinguirá da memória de Eva Patterson. Num bilhete, as suas últimas e enigmáticas palavras: Perdoa-me.
O mundo seguro de Eva ruiu naquele momento devastador. Mas o inesperado suicídio de Flora vai marcar apenas o início de uma sucessão de acontecimentos surpreendentes. No seu testamento, Flora deixa a Eva um estúdio em Londres. Este sítio é a primeira pista para o passado secreto de uma mulher que, Eva percebe agora, lhe é totalmente desconhecida.
No sótão do estúdio, a jovem encontra os diários e os quadros da mãe, provas de uma fulgurante carreira artística mantida em segredo. O que levou Flora a esconder tão fundo o seu passado? Ao aproximar-se da verdade, Eva descobre um crime tão chocante que a leva a questionar-se se alguma vez conseguirá, de facto, perdoar.
Opinião: Começar por dizer que este livro foi oferta do meu amigo secreto a arcoirisnacozinha, na troca patrocionada pela pàgina do facebook do sinfoniadoslivros ,obrigado. Este livro começa de forma dramatica, com um suicidio, de uma mulher que aparentemente tinha tudo, uma mulher que decide ter um momento de egoismo para alcançar liberdade e uma paz, mas do que é que ela foge? Que segredos esconde? Estas questões são o fio central de toda a trama, a unica pista uma simples palavra escrita num papel: perdoa-me, mas de quê? Pergunta-se sobretudo a filha mais velha, Eva, que encontra o corpo, e de todos os membros da familia a que mais se questiona. Com a morte da mãe Eva vai descobrir que viveu uma mentira, que tudo em que acreditava é falso. Perdida, com desgosto atras de desgosto muda-se para o estudio que herdou em Londres aonde vai descobrir pinturas, diarios, que lhe mostram uma outra mulher nada a ver com a ideia da mãe e que a vão ajudar a descobrir a verdade, e a identidade do pai biologico. Busca que não é pacifica, e em que vai ter que conciliar o fim da relação com aquele que acreditava que era o pai, a péssima relação com os irmãos. O que descobre é previsivel, mas intenso, e que a faz duvidar por momentos se agiu da melhor forma em querer saber o que escondia a mãe. Esta busca vai ter custos pesados, mas também alegrias, novos amigo e um novo amor, o Phil, que diga-se é um santo. A historia de amor é bastante gira. O que eu não gostei: sobretudo do inicio muito plano, sem genica, sim existem dramas, mas que resolvem com uma facilidade surpreendente e pouco credivel. Gosto de textos com mais dialogos.
Nota: 3 /5

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

DIY: marcadores de livros Jane Austen e Orgulho e Preconceito ( desafio)

O segundo projecto do desafio envolve um livro de culto para mim Orgulho e preconceito. Fiz 3 marcadores.
Material:
cola
papel magnético para o marcador da Jane Austen
tesoura
furador
fita
régua
cartão de scrapbooking
moldes
2 tachas em forma de coração

Para os moldes, utilizei um perfil da autora que encontrei na net, para os personagens de Darcy e Elizabeth decalquei de uma foto da série da BBC.

Resultados




Os perfis que fiz

DIY: taça literária (desafio)

Um dos mini-desafios dizia respeito a livros que adoramos. O meu primeiro projecto diz respeito a um livro e uma autora que adoro: Juliete Marillier e o livro "o filho das sombras" da série Sevenwaters. Com uma caneta para louça  'marca Marabu) escrevi uma citação numa taça:

"Não posso fazer com que o seu caminho passe a ser amplo e direito. Há-de haver sempre curvas, e lombas, e dificuldades. Mas posso segurar-lhe na mão e caminhar a seu lado."