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domingo, 15 de maio de 2016

40: La soeur de la tempête - Lucinda Riley


Titulo: La soeur de la tempête

Titulo Original: The storm sister

Autor/a: Lucinda Riley

Editora: Chasrleston

Género: Romance

Páginas: 607



Sinopse: Alors qu'elle s’apprête à participer à l'une des courses en mer les plus exigeantes du monde, Ally apprend la nouvelle de la mort soudaine et mystérieuse de son père adoptif et retourne à la hâte auprès de ses soeurs dans leur maison familiale, une magnifique demeure sur le lac Léman. Elle est aussi, à leur insu, impliquée dans une histoire d'amour passionnée… À la suite des événements douloureux qui en découlent, Ally quitte sa vie sur la mer pour suivre les indices laissés par son père. Ceux-ci la mènent en Norvège où, au coeur de paysages à la beauté glacée, elle découvre peu à peu ses racines – et comment son histoire est inextricablement liée à celle d'une jeune chanteuse inconnue, Anna Landvik, qui vivait là 100 ans plus tôt...

Comentário: 2° livro da série the seven sisters. Despois de terminada a leitura tive que “digerir”. A verdade, é que fiquei desiludida, estava à espera de drama, mas não um que condicionasse a intriga daquela forma, e que sentisse uma certa frieza por parte da protagonista em relação a ela. Uma parte de mim tenta entender a escolha da autora, mas a forma como foi feita… um pouco mecânica demais para o meu gosto. Continuando na linha da sinceridade, a intriga secundaria não foi melhor. Estava à espera demais, de algo diferente, gostei mais do 1° livro. Este livro foca-se na segunda filha: Ally, e na sua busca pelas raízes tendo em conta as pistas deixadas pelo pai como herança. Ally tem duas paixões, a musica, que deixou para segundo plano, e a vela. Esta modalidade é praticada de forma profissional. É uma mulher forte independente, que luta pela igualdade, sobretudo na sua profissão. A vela era uma paixão que partilhava com o pai. É a vela que a faz conhecer o amor, mas também sofrer uma grande perda. De forma a avançar decide investigar as suas raízes. As pistas levam-na à Noruega, e à incrível historia de Anna, uma camponesa, que se torna mais tarde numa cantora de sucesso. A historia de Anna é feita de alegrias e muitas tristezas, de amores e desamores, de resignação. Anna é no fundo uma sobrevivente, que depois de ter vivido o pior decide viver o dia a dia de uma forma no funo pragmática, o amor pode ter acontecido com o tempo, mas pela forma como tudo foi contado, não acredito muito. A parte final é melhor do que a inicial, mas ritmo, mais coisas a acontecer, muitas surpresas. Espero que a intriga da segunda irmã seja melhor, mais “alegre” por assim dizer.

Nota Geral: 2.8 /5
Escrita:  3.5
Cenário: 3
Originalidade: 3
Personagens: 3
Suspense: 3
Humor: 2
Romance: 2
Capa: 3
Aditivo: 2.5
Previsível: 3

quarta-feira, 27 de maio de 2015

80: Les sept soeurs - Lucinda Riley


Titulo: Les sept soeurs
Titulo original: The seven sisters
Autor/a: Lucinda Riley
Editora: Charleston
Páginas: 512
Género: Contemporâneo
Site autor/a: lucindariley
Sinopse original: Maia D’Apliese and her five sisters gather together at their childhood home, “Atlantis”—a fabulous, secluded castle situated on the shores of Lake Geneva—having been told that their beloved father, who adopted them all as babies, has died. Each of them is handed a tantalizing clue to her true heritage—a clue which takes Maia across the world to a crumbling mansion in Rio de Janeiro, Brazil. Once there, she begins to put together the pieces of her story and its beginnings.

Eighty years earlier in Rio’s Belle Epoque of the 1920s, Izabela Bonifacio’s father has aspirations for his daughter to marry into the aristocracy. Meanwhile, architect Heitor da Silva Costa is devising plans for an enormous statue, to be called Christ the Redeemer, and will soon travel to Paris to find the right sculptor to complete his vision. Izabela—passionate and longing to see the world—convinces her father to allow her to accompany him and his family to Europe before she is married. There, at Paul Landowski’s studio and in the heady, vibrant cafes of Montparnasse, she meets ambitious young sculptor Laurent Brouilly, and knows at once that her life will never be the same again.

In this sweeping, epic tale of love and loss—the first in a unique, spellbinding series of seven novels—Lucinda Riley showcases her storytelling talent like never before. 

Opinião: 1° livro da série “ The seven sisters”. Com este livro a autora inicia uma série. O estilo é o mesmo, escrita simples e duas historias: uma no passado que influência a do presente. A diferença normalmente o romance do presente é menos presente, fica sempre no ar a ideia de que algo nasceu, neste temos mesmo a certeza. O romance do passado continua a ser enorme, dramático, cheio de paixão e drama. A autora inspirou-se na constelação das sete irmãs das Plêiades e na mitologia grega relacionada com elas. Esta é a historia de sete irmãs, ou melhor de seis, porque a ultima esta ausente, é uma incógnita, adoptada nos 4 cantos do mundo por um milionário reservado, misterioso, de quem as próprias filhas no fundo desconhecem tudo. Criadas num castelo na Suíça, num mundo à parte, são todas diferentes, e todas seguiram rumos diferentes. A morte repentina do pai junta-as para descobrir que este lhes tinha deixado entre outras coisas uma carta para cada uma, e uma mensagem numa escultura que encontram no jardim. Este é o livro da mais velha Maia. Tradutora é a única que nunca saiu do ninho, reservada, um pouco fechada, sofreu um desgosto amoroso com consequências, que escondeu de todos menos da governanta a quem considera como mãe. Culpa-se de algo, o que a leva a não ter praticamente vida social. Na escultura encontra uma frase que lhe diz para não ter medo e as coordenadas de uma casa no Brasil, na letra um indicio para a sua própria historia. Com a ajuda de um escritor brasileiro vai procurar saber de onde veio. Uma investigação difícil, que lhe trará uma nova família e um novo amor, e a viver com as suas esolhas de forma a seguir em frente. Maia vai descobrir através de cartas e memorias a historia de Bel considerada por muitos como a mulher mais bela do rio nos anos 20. Filha de um emigrante que se transforma em milionário e que sonha em ser aceite pela alta sociedade. Sonhadora, quer casar por amor, mas a lealdade familiar faz com que aceite um casamento de conveniência. Vai viver um amor impossível com um escultor que conhece numa viagem em França. Bel é uma personagem de quem gostei bastante entendo a dificuldade dela em escolher, os sacrifícios que fez. A historia de amor é linda e triste. Como pano de fundo temos a construção do Cristo Rei. Achei interessante algo que a segunda irmã viu na Grécia, o que me fez questionar sobre a identidade do pai adoptivo o Pa Salt. Interessante descobrir esta personagem no passado de Bel, a autora não o identifica, mas é evidente, o que me levou a levantar mais questões. Adorei as irmãs, e estou cheia de curiosidade para saber sobre a Ally a seguinte.

Nota: 4,5 /5

domingo, 17 de maio de 2015

75: La rose de minuit - Lucinda Riley

 Titulo: La rose de minuit
Titulo original: The midnight rose
Autor/a: Lucinda Riley
Editora: City
Páginas: 572
Género: Contemporâneo
Site autor/a: lucindariley
Sinopse original: Spanning four generations, The Midnight Rose sweeps from the glittering palaces of the great maharajas of India to the majestic stately homes of England, following the extraordinary life of a remarkable girl, Anahita Chaval, from 1911 to the present day . . .

In the heyday of the British Raj, eleven-year-old Anahita, from a noble but impov­erished family, forms a lifelong friendship with the headstrong Princess Indira, the privileged daughter of Indian royalty. As the princess’s official companion, Anahita accompanies her friend to England just before the outbreak of WorldWar I. There, she meets young Donald Astbury—reluctant heir to the magnifi­cent, remote Astbury Estate—and his scheming mother. 

Ninety years later, Rebecca Bradley, a young American film star, has the world at her feet. But when her turbulent relationship with her equally famous boyfriend takes an unexpected turn, she’s relieved that her latest role, playing a 1920s debutante, will take her away from the glare of publicity to a distant cor­ner of the English countryside. Shortly after filming begins at the now-crumbling Astbury Hall, Ari Malik, Anahita’s great-grandson, arrives unexpectedly, on a quest for his family’s past. What he and Rebecca discover begins to unravel the dark secrets that haunt the Astbury dynasty . . .

Opinião: Este livro começa com o relato de uma centenaria indiana, Anahita, uma mulher que nunca aceitou algo que todos dão como verdadeiro a morte do filho mais velho quando era criança. Para ela ele continuava vivo, porque ainda não escutara o canto da morte, e uma mãe sabe sempre quando perde uma parte da sua alma. Uma dia esse canto é escutado, mas a procura para ela não deve terminar. Encarrega o bisneto mais velho da procura, e de dois documentos: uma extensa carta aonde ela explica e conta a sua vida, e o óbito que lhe tinham dado com a data que ela alterou. Este livro é o relato de um amor impossível para a época, um amor entre raças diferentes, forte, mas cuja sociedade não aceitava. É sobre um amor que por mais forte que fosse os inimigos também o eram. É um livro com bastante drama. A escrita é poética, mas com capítulos um pouco lentos. O estilo da autora mantém-se: a intriga é dividida entre o passado ( que eu adorei apesar do drama), e o presente ( menos explorado o que foi pena). Presente, a intriga centra-se em dois personagens:
Ari: bisneto mais velho de Anahita, é o seu preferido, herdou do misterioso bisavô os olhos azuis. É o mais ambicioso da família, o que o torna no inicio do livro em alguém detestável: narcisista, preocupado em ter mais e mais, egoísta. A sede de poder leva-o a “esquecer” o pedido da bisavó. Passam anos e é preciso um desgosto amoroso, ou melhor um pontapé no ego da companheira que farta de esperar, sai de casa e aceita o casamento de conveniência feito pela família, para “acordar”. A carta da bisavó serve como novo objectivo, algo que dará um novo sentido à vida. Aproveita uma viagem de negócios em Inglaterra para investigar a estadia da bisavó. A investigação leva-o a uma mansão Astbury, que esconde muitos segredos. Nesta mansão vai conhecer Rebecca com quem estabelece uma ligação.
Rebecca: actriz americana famosa. A vida pessoal esta um caos, e o novo filme é uma escapatória que vem no melhor momento. Viaja para Inglaterra para rodar um filme de época. As gravações são feitas numa antiga mansão. É lá que fica hospedada. Uma casa com habitantes um pouco estranhos, uma governanta um pouco condescende que decide cuida-la como uma mãe, e um proprietário solitário, fechado. Mas o mais espantoso é quando descobre um quadro de Lady Violette uma americana que nos anos 20 casou com o proprietário, e verifica que poderiam ser gémeas. Esta semelhança irá ter estranhos efeitos no proprietariado.
No passado: os cenários dividem-se entre a Índia e Inglaterra, os personagens principais:
Anahita: é prima de reis, mas a mãe optou por um casamento de amor com alguém considerado inferior. A educação dela foi atípica, o pai era um nacionalista liberal, que lhe deu uma educação reservada aos rapazes, a mãe era uma curandeira, com um dom, que lhe passou a ela. De uma vida simples passa para uma vida opulenta como companheira de uma prima quando o pai falece. Mas é outra princesa que vai alterar o rumo da sua vida. Sua nova companheira vai acompanha-la a Inglaterra, o que lhe permite estudar num colégio reputado. Esta fase da personagem relata vários anos, com altos e baixos, com desilusões e alegrias. Mas é graças a esta viagem que conhece Donald com quem vai viver um grande amor, interrompido pela guerra e pelas maquinações da mãe dele desesperada por salvar a casa familiar.
Donald: o herdeiro de uma casa e terras que precisam de dinheiro desesperadamente. A guerra da-lhe outra prespectiva da vida. Apaixonado pela Anahita esta disposto a vender tudo e a chocar a sociedade. Não estava à espera da mãe e da sua própria imaturidade, sim ele teve culpas a meu ver. Faz uma escolha que mais tarde se arrepende. Vai tentar conviver com a escolha e o o seu amor, o que vai dar péssimos resultados.
O final é dramático, é muitos sentidos. Existem personagens secundários muito interessantes como a Lady Violette, a melhor amiga dela ou mesmo a mãe dele que como vilã cumpre os requisitos. A autora deixa um epilogo que me deixou num inicio sem reacção, pode-se dizer que foi maquiavélica. Em resumo apesar de algumas cenas lentas este é um grande romance.
Nota: 4 /5

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

231: A menina da falésia - Lucinda Riley





Titulo : A menina na falésia
Titulo original : The girl on the cliff
Autor/a : Lucinda Riley
Editora : ASA
Género : Romance contemporâneo
Páginas : 526
Site do autor/a : http://www.lucindariley.com/

Sinopse:

Grania Ryan tem em Nova Iorque a vida com que sempre sonhou. Tudo é perfeito até ao dia em que o seu desejo mais íntimo é brutalmente estilhaçado. Arrasada, Grania decide voltar à Irlanda e aos braços da sua adorada família. E é aqui, à beira de uma falésia, que conhece Aurora Lisle, a menina que vai mudar profundamente a sua vida. A ligação entre ambas é imediata e profunda. Pouco a pouco, Grania descobre que as histórias das suas duas famílias estão estranha e intrinsecamente ligadas... De um agridoce romance na Londres do tempo da grande guerra a uma relação tempestuosa na Nova Iorque contemporânea; da devoção a uma criança terna e carente a memórias esquecidas de um irmão perdido, o passado e o presente das famílias Ryan e Lisle estão unidos há um século. Cem longos anos de equívocos e segredos, paixões e ódios... Apenas a intuição e a coragem de Aurora poderão quebrar o feitiço e vencer as barreiras que o passado ergueu.   Assombrosa, terna e comovente, a história de Aurora é uma inspiração para todos nós. Um exemplo de como a esperança e o amor podem ultrapassar todas as perdas. 



Opinião: Este é um livro de historias que se cruzam, de vidas que o tempo faz com que se aproximem ou afastem. Narrada como se fosse um conto por uma das protagonistas, que comenta a situação sempre que é alterada a intriga entre o passado e o presente. E um livro de emoções e sentimentos. Eu definiria numa palavra : injustiça, porque foi aquilo que senti, a autora já tinha conseguido passar a mensagem, não era necessário acrescentar aquilo, apesar de ser previsível pela forma como a historia estava a ser contada. Grania Ryan é escultora, apesar de viver com o homem da vida dela, sente-se insegura devido ao fosso social. Quando sofre um aborto, ouve uma conversa que a faz partir, regressar à terra natal a Irlanda. E é là que num passeio se cruza com uma menina misteriosa que vai alterar a sua vida de forma gradual. Entre as duas estabelece-se uma relação de amizade, e depois de amor, e de grande necessidade, cada uma preenche um vazio na outra . mas esta relação não é bem vista pela mãe de Grania, esta odeia a familia que habita na grande casa da falésia. Grania insiste para saber o motivo e recebe cartas antigas para ler. E é aqui que a historia volta ao passado, ao inicio da 1° guerra mundial, e à historia de Mary, uma órfã irlandesa, uma sobrevivente, mas cuja vida é tudo menos fácil, e que acaba a trabalhar para a família que habita na casa da falésia. E graças a este trabalho que conhece o amor, a dor, a esperança, e mais tarde vai fazer algo chocante por amor a alguém, com consequências no futuro. Existe um certo paralelismo entre a relação das personagens principais do futuro e do passado. A intriga no passado é a minha favorita, achei mais completa. Na intriga do presente, a situação acaba por ser surreal, mas que de forma bizarra funciona. Em relação ao romance, achei a Grania e o Mark enervantes e inseguros demais., e este ultimo era mesmo cego e estúpido, como é que ele nunca suspeitou nada daquilo ?! enfim… O estilo desta autora é bastante simples, mas que acredito vai agradar a quem nunca leu, e apesar do final, é uma historia que merece ser lida.

 

Nota: 4/5

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Livro n.°11

Titulo:  La maison de L’orchidée
Titulo original:  Hothouse flower
Autor/a: Lucinda Riley
Editora:  City Edition
Paginas: 589
Genero: Romance contemporâneo
Site autor/a: http://lucindariley.co.uk/

Sinopse original:
 As a child Julia Forrester spent many idyllic hours in the hothouse of Wharton Park estate, where her grandfather tended the exotic flowers. So when a family tragedy strikes, Julia returns to the tranquility of Wharton Park and its hothouse. Recently inherited by charismatic Kit Crawford, the estate is undergoing renovation. This leads to the discovery of an old diary, prompting the pair to seek out Julia's grandmother to learn the truth behind a love affair that almost destroyed Wharton Park. Julia is taken back to the 1940s where the fortunes of young couple Olivia and Harry Crawford will have terrible consequences on generations to come. For as war breaks out Olivia and Harry are cruelly separated . . .

Comentario:
Este livro começa com uma lenda tailandesa sobre uma orquidea rara, e o seu simbolismo para a fragilidade da vida, das decisões tomadas, e das consequências que se devem depois assumir. Julia é uma pianista famosa que sofreu um grande desgosto, que quase destruiu a sua vida. A recuperar numa casa em Norfolk, decide aceitar o convite da irmã para irem a um leilão numa casa senhorial, Warton Park, uma casa aonde os avos trabalharem e da qual tem as melhores recordações. Começa a sentir de novo emoções e cruza-se de novo com Christopher, Kit, agora o novo herdeiro. Algo acontece entre os dois. E um dia Kit surge com um diàrio que encontrou na renovação da antiga casa do avò dela, um diàrio sobre o tempo em que este foi prisioneiro num campo na Malasia, na segunda guerra mundial. Esta descoberta, faz com que Julia através da avô descubra um segredo, uma historia de amor e dever, e que teve repercussões em todos, mesmo anos depois. É aqui que a historia retrocede, e volta ao passado. Esta parte é contada do ponto de vista de 2 casais:

Julia: uma jovem que viveu quase toda a sua vida na India. O regresso é um choque, mas esta disposta a cumprir com a vontade dos pais e ser apresentada à sociedade. Cheia de sonhos e ideais, faz amizade com Venetia uma jovem feminista. Quando conhece Harry, apaixona-se por ele, mas também pela casa e as estufas que lhe recordam os odores da India. Vai ter que viver com as suas decisões e escolhas. É das personagens que mais sofre, e em parte porque não quer destruir o “mundo” que idealizou. De doce vai passar para uma mulher amarga, quando vir que nada do que acreditava e esperava era verdade. E vai-se vingar.

Harry: herdeiro de Warton Park, sensivel, adora tocar piano, é a unica cereza que tem na vida. Cheio de duvidas sobre aquilo que no fundo é . Vê  na Olivia a resposta aquilo que esperam dele. Talvez resulta-se se a guerra não os separa-se. Vai ter que partir para a guerra, acaba preso em Changi, um campo de prisioneiros. Torturado fisica e psicologicamente. Apos a sua libertação em Bangkok, e de forma impensavel, apaixona-se, e vive uma historia de amor. Vai ter que escolher entre o amor e o dever. E a escolha irà o destruir.

Bill: filho do jardineiro de Warton Park. O seu sonho é substituir o pai,  casar com Elsie e formar uma familia. Durante a guerra vai estabelecer um laço com Harry, ja que ambos combatem lado a lado e terminam presos no mesmo local. Mas o final da guerra, e a escolha que irà ser obrigado a tomar irão afasta-los.

Elsie: trabalha em Warton Park, sonha em ser cabeleireira, casar com Bill, e ter muitos filhos. Com Bill formam no fundo o unico casal que é feliz. A guerra não consegue destruir o amor entre eles. E a escolha do Bill, vai fazer com que seja ainda mais feliz, mesmo ela tendo consciência, que no fundo esta a ser egoista.

De volta ao presente, Julia decide recomeçar a viver, e quando parece que tudo se encaminha, dà-se a “explosão”, e algo que nunca acreditou ser possivel acontece. De certa forma a intriga do presente acaba por ser um reflexo do passado, e a historia volta a repertir-se com outros protagonistas e cenarios. devo dizer que fiquei chocada com a reviravolta e surpresa, não esperava nada. E é agora Julia que deve escolher, e a ajuda vem de onde menos esperava. Devo dizer que esta intriga esta cheia de surpresas, quando pensamos que ja sabemos tudo, a autora introduz outra novidade. Gostei do estilo fluido da escrita, da forma logica como o passado foi introduzido. Adorei os personagens. Gostei do final é feliz, mas não deixa de ser ironico. A Julia e o Kit vão de certa forma fechar o ciclo. Nota para o ambiente descrito pela autora que nos da a conhecer um pouco sobre a importancia da apresentação à sociedade nos anos 30 e o que no fundo a amioria das jovens pensava sobre o assunto. A parte do passado esta muito bem documentada.
 
Book trailer:
 

 Nota: 9.5/10