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domingo, 16 de fevereiro de 2014

29: Le prince rebelle - Celine Kiernan

 
Titulo: Le prince rebelle
Titulo original: The rebel prince
Autor/a: Celine Kiernan
Editora: Orbit
Páginas: 325
Género: Fantasia
Desafio 2014 : mount tbr reading ; new author
Sinopse original: Wynter Moorehawke has braved bandits and Loup-Garous to find her way to Alberon-the exiled, rebel prince. But now that she's there, she will learn firsthand that politics is a deadly mistress. With the king and his heir on the edge of war and alliances made with deadly enemies, the Kingdom is torn not just by civil war - but strife between the various factions as well. Wynter knows that no one has the answer to the problems that plague the Kingdom - and she knows that their differences will not just tear apart her friends - but the Kingdom as well
Opinião: 3° livro da trilogia Moorehawke. O que dizer deste livro, tam como a trilogia em si, o final é decepcionante. Mesmo existindo um “final feliz”, não houve muita justiça, e achei rapido demais. Finalmente sabemos alguma coisa, mas quando li sobre a misterisa “maquina” pensei, a sério?! Tudo isto para chegar a isso... Pelo menos temos respostas e revelações a algumas das questões levantadas inicialmente pela autora. Finalmente o nosso grupo chega perto de Albéron, que diga-se achei muito infantil, parecia que estava a brincar às guerras. Não gostei muito da forma como os Merron foram tratados, ou melhor ignorados pelas pernonagens “principais”. A Wynter passou um pouco ao lado, quando deveria ter mais peso na intriga, a trilogia afinal leva o nome dela. O ambiente é de traições, conspirações politicas, jogos politicos, e este aspecto que faz com que o rimo seja mais rapido e a historia fique mais interessante. Este aspecto politico, e tudo o que implica sobretudo a nivel de escolhas em que a amizade e a lealdade são colocadas à prova é o melhor deste livro. Gostei das capas dos livros.
Nota: 2/5

28: Les loups cachés - Celine Kiernan

 
Titulo: Les loups cachés
Titulo original: The crowed shadows
Autor/a: Celine Kiernan
Editora: Orbit
Páginas: 362
Género: Fantasia
Desafio 2014 : mount tbr reading ; new author
Sinopse original: New Friends. Old Enemies. Who can you trust? Wynter Moorehawke travels alone and unprotected in bandit-infested forests, searching for the rebel Prince Alberon. But many enemies are lurking in the shadows. It seems that every tyrant and zealot who has ever threatened the Kingdom is sending emissaries to meet Alberon. Wynter becomes increasingly nervous of the prince's intentions. She is overjoyed when Razi and Christopher re-appear, but where old friends go, old enemies soon follow and Wynter finds herself confronted with the infamous Wolves - the Loups-Garous. It is to Christopher's adopted people, the Merron, that Wynter and Razi must now turn for sanctuary. But the Merron have sided with their mortal enemy, Marguerite Shirken. What is behind these strange alliances and is Alberon at the centre of it all
Opinião: 2° livro da trilogia Moorehawke. Livro superior ao primeiro, mas que no fundo não trás grande coisa à historia central, continuamos sem saber nada sobre os motivos do rei, da tal “maquina sangrante”, dos motivos de filho que deveria herdar ter decidido declarar guerra ao pai. Existe neste livro uma coerência e uma linha condutora, mas relacionados com um personagem o Christopher, na minha opinião a melhor personagem. Este livro no fundo é sobre ele. A relação com a Wynter é estabelecida, mas e acima de tudo ficamos a saber mais sobre o que lhe aconteceu, e a tribo que o adoptou os Merron, tribo inspirada nos celticos. Wynter, Christopher e Razi, partem do castelo sozinhos, mas acabam por se encontrar e partir em grupo, na busca de Alderon e o seu acampamento, na tentativa de perceber o que levou este a declarar guerra ao pai, o porque de estar a reunir todos os inimigos deste, o que o motiva e tentar que ele pense sobre as consequências e o que já se esta a passar. Pelo caminho cruzam-se com um clã de Lobos, tribo nómada especialista em escravos, e que influenciou o destino de Christopher. Mas estes não são os únicos que se cruzam no caminho do grupo. Um grupo de Merrons, viaja ao encontro de Alderon, para entregar uma missiva da rainha do norte. Os Merron são uma tribo considerada barbara pelos rituais ancestrais. Um deles vai ser colocado em pratica, e é bastante desumano. Achei estranhos alguns saltos de cenários, e nem sei o que pensar, nem entendi, quando li que Razi e Christopher estavam armados com pistolas e munições.... Não é uma obra prima, mas lê-se melhor do que o primeiro, em parte porque existe alguma acção.
Nota: 3/5

sábado, 15 de fevereiro de 2014

27: Le royaume empoisonné - Celine Kiernan



Titulo: Le royaume empoisonné
Titulo original: The poison throne
Autor/a: Celine kiernan
Editora: Orbit
Páginas: 355
Género: Fantasia
Desafio 2014 : mount tbr reading ; new author
Sinopse original: Wynter returns from a five-year exile in the bleak Northlands to find her beloved homeland in turmoil. King Jonathan's civilised, multicultural realm is no more; the gibbets and cages have returned. Days of laughter, friendly ghosts and gossipy cats remain only in Wynter's memory - the present confronts her with power play, dark torture chambers, violent ghosts, and cats (those still alive) too scared to talk to humans. The Inquisition is a real and present danger.
Crown Prince Alberon is missing. There are murmurings of a 'Bloody Machine' of untold destructive power. And as Wynter and her friends, Prince Razi and the mysterious Christopher Garron, seek to restore stability to the fragile kingdom, risking death at every turn, Wynter is forced to make a terrible choice.
Opinião: 1° livro da trilogia “The Moorehawke”. Duas palavras para definir este livro: grande seca. O motivo é simples não se passa nada, e quando se passa algo, parece que caiu na intriga de paraquedas, lógica não encontro muita... A ideia de base é interessante, um rei que de um dia para o outra fica um tirano cruel, instala a inquisição, tortura, perseguição, e que decide considerar o herdeiro morto, e designar o filho bastardo como pretendente, alguém que apesar de tolerado, não é aceite pela sua religião. Um herdeiro que tenta retomar o seu lugar custe o que custe, e uma amizade que fica destruída. Confesso que fiquei sem perceber aonde a autora queria chegar, os personagens pareciam por vezes com dupla personalidade. A protagonista é bastante fraca. Wynter Moorehawke é artesã, carpinteira, filha de um carpinteiro que é respeitado e considerado como um herói, é também a guardiã dos gatos. Foi criado com os dois filhos do rei, a quem considera como irmãos. Após uma viagem ao norte que dura 5 anos com o pai, anseia pelo regresso, mas nada é como antigamente. Deixou o pais em paz e feliz, par voltar para um ambiente sombrio. A autora tentou fazer uma adaptação da realidade geográfica e cultural, o que é perigoso, e neste caso a meu ver não funcionou, porque a intriga é confusa e não avança, reconheço que o aspecto medieval deu uma certa piada. No inicio é dada importância aos gatos e fantasmas, o reino de Wynter é o único da Europa que aceita os fantasmas e os gatos que comunicam, ou melhor era por que o rei manda eliminar os gatos e eliminar quem falasse com fantasmas., mas com o decorrer da trama, estes desaparecem para voltar na parte final, de uma forma “forçada”. A intriga anda à volta de Wynter, Razi (o filho bastardo do rei e que sonha em ser médico e viver em Pádua a dar aulas), e Christophe. Esta ultima é a personagem mais interessante, mas infelizmente pouco explorada. Christophe é um antigo musico a quem os dedos foram cortados e esconde alguns segredos. Foi adoptado por uma tribo nómada e como percebe de cavalos, acaba por se tornar instrutor de Razi, e principalmente um grande amigo. A parte romance é muito fraco, quase inexistente, e a autora anda aos “tropeções” com o triângulo forçado e pouco credível entre a Wynter, Razi e Christophe.
Nota: 2/5